AMPARO AOS ÓRFÃOS

Quando foi inaugurado, o prédio do Pão dos Pobres situava-se exatamente às margens do Guaíba. Ao longo dos anos, assistiu a uma profunda alteração urbana no seu entorno – o aterro, a Avenida Borges de Medeiros, o viaduto e a retificação do Arroio Dilúvio, que antes passava nos fundos da instituição. O Pão dos Pobres nasce da preocupação do cônego José Marcelino de Souza Bittencourt com o destino das viúvas e dos órfãos da sangrenta Revolução de 1893. Ele funda a Pia União do Pão dos Pobres de Santo Antônio no início do século 20, mas não estará vivo para presenciar a inauguração do belo edifício projetado pelo arquiteto alemão Jose Lutzenberger, pai do militante ambientalista, em 1930. Hoje, a Fundação atende a 1.200 crianças e jovens em situação de risco, com atendimento integral, oficinas artísticas, pedagógicas e esportivas, cursos profissionalizantes e apoio familiar.

Marco Nedeff

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