a força e a natureza

O nome oficial deve-se aos enormes blocos de rocha granítica, esbranquiçadas por líquens crostosos. Ao longo do tempo, a pequena ilha do tamanho de um campo de futebol, situada no meio do caminho entre Porto Alegre e Guaí­ba, receberia outras denominações: Ilha da Pólvora, quando abrigou um paiol de munições no século 19, e Ilha do Presídio, quando nela foram construídos dois prédios para abrigar detentos perigosos e, após a implantação da ditadura, presos políticos, entre eles, o sargento Raymundo Soares, que ali permaneceu preso ilegalmente durante cinco meses, antes de ser assassinado no famoso “Caso das Mãos Amarradas”. Do presídio, restam as ruínas entre uma vegetação deslumbrante, com uma fauna e flora características. No final de 2014, a Ilha passou a fazer parte do Patrimônio Histórico, Cultural e Arqueológico do Rio Grande do Sul.

Marco Nedeff

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FSB/MJJF – PMPA

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