CONTRASTES SOCIAIS

Nas margens da ilha vivem famílias de pescadores, alguns em atividade, outros aposentados. Junto à BR-290, os casebres precários indicam comunidades em situação de vulnerabilidade social, geralmente posseiros que vivem de biscates. No núcleo central, moram os habitantes regulares, empregadas domésticas, costureiras, catadores e recicladores de lixo.  Na ilha, funciona o Centro Social Marista Aparecida das Águas, com duas escolas que oferecem a cerca de 200 jovens em situação de vulnerabilidade oficinas de capoeira, educação artística, informática, literatura e brinquedoteca. Com o estigma negativo de pior Índice de Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana do Rio Grande do Sul, a Ilha Grande ostenta o contraste desta realidade. Mansões estão situadas em suas margens como residências de lazer ou morada fixa de pessoas abastadas.

Marco Nedeff

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